A cada dia que se passa
observamos as pessoas em busca da beleza excessiva, principalmente através das
comparações pessoais, seguindo modelos que muitas vezes nada tem a ver com sua
personalidade. Também encontramos pessoas que não apresentam motivação para
iniciar ou dar continuidade em algum projeto de vida, que evitam estar em meio à
muitas pessoas e acabam se afastando de amigos, que não conseguem receber
elogios ou elogiar, que tem uma visão negativa, desesperançada de si mesmo, da
sua família e sociedade. Esses são alguns exemplos de comportamentos que
sinalizam que a pessoa está com baixa autoestima e que sofrem por conta disso.Mas o que será que é autoestima?
Autoestima é o sentimento que
temos em relação a nós mesmos, ou seja, é como nos sentimos a nosso respeito.
Podemos nos sentir bem ou ter emoções negativas em relação à nossa pessoa
desenvolvendo nosso autoconceito.
A autoestima é formada através
das crenças centrais que construímos ao longo de nossa vida, iniciando-se na
infância. Quanto mais as nossas crenças em relação a nós forem positivas,
teremos uma autoestima fortalecida, pois teremos uma boa imagem a nosso
respeito. Porém se a pessoa não se valoriza, se considera incompetente ou
incapaz, ele terá uma visão negativa de si e poderá ter sua autoestima e
autoconceito comprometidos.
A autoestima afeta diretamente a vida profissional, social, acadêmica, familiar e amorosa. Se um indivíduo não se valoriza, não se sente merecedor de amor e respeito por parte dos outros e se têm medo de expor suas ideias ele ficará desmotivado e não desenvolverá perspectivas.
A terapia cognitiva é uma maneira eficaz de melhorar a autoestima, pois é trabalhado os pensamentos automáticos e distorções cognitivas que o individuo tem a próprio respeito, de maneira que sua percepção seja mais próxima da realidade, evitando fazer mal juízo de si mesmo.
Esse método também trabalhará a
autoeficácia, o que significa planejar-se para gerar bons resultados através de
suas ações, contribuindo positivamente sobre o autoconceito, além de melhorar a
autoimagem, ou seja, vestir-se de uma maneira que agrade a si mesmo, modificar
as crenças nucleares negativas desafiando-as cognitivamente e criar ou
fortalecer as crenças centrais positivas.
É de suma importância investir nessa área para visar projetos, concretizar sonhos, e ter uma melhor socialização, pois para termos um relacionamento sadio com os outros é necessário que você esteja bem consigo mesmo. Invista em você!
imagem via deviantart
Psicóloga – CRP 06/104875
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Cel 19 9190.7919

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