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TRISTEZA OU DEPRESSÃO
Ninguém está livre de sentir uma tristeza profunda diante de alguma perda, de passar por um momento de baixo-astral ou de desânimo passageiro, mas será que essas situações podem ser somente uma tristeza ou se caracterizam como um quadro depressivo?
A tristeza é um sentimento natural e espontâneo, parte inerente da condição humana. Quando a pessoa está triste ela consegue perceber que, de fato, há um motivo específico para aquela emoção, sendo uma resposta normal às frustrações e perdas, como por exemplo, uma demissão no emprego, o término de um relacionamento ou uma discussão, porém ela continua realizando as suas atividades cotidianas. O tempo que a pessoa ficará triste depende da importância do fato, mas é passageira.
Já a depressão é caracterizada por sentimentos de tristeza, desalento, pessimismo e uma perda geral de interesse pela vida, combinados com um sentimento de mal estar físico e de incapacidade generalizada.
As pessoas deprimidas apresentam uma visão negativa de seu ambiente, do futuro e de si próprio, se auto recriminando e auto criticando, contribuindo assim para o desenvolvimento da desmotivação e retraimento social. Toda essa imagem negativa se estrutura, tornando-se uma formação permanente na organização cognitiva.
Os principais sintomas para identificar a depressão são: tristeza profunda, falta de prazer, perda ou ganho de peso, alterações no sono, cansaço, sentimentos de ruína ou fracasso que levam a pensamentos de culpa ou morte, alterações nas relações sociais, perda de interesse pelas coisas, retardo motor, dificuldades de atenção e de memória e pessimismo exacerbado.
Portanto, ficar triste é bem diferente do que enfrentar um quadro de depressão. É necessário ficar atento aos reais sintomas para não confundi-los, contribuindo para procurar o tratamento mais adequado.
A terapia cognitiva é uma abordagem eficaz para o tratamento da depressão, pois seu objetivo é a identificação e a reestruturação dos pensamentos, através de técnicas e auto monitoramento. Consiste em modificar crenças que contribuem para se manter deprimido e que geram estes pensamentos distorcidos, ocasionando comportamentos disfuncionais e emoções negativas, prevenindo recaídas.
O sucesso do tratamento está pautado na força de vontade da pessoa de ir atrás dos seus objetivos, no apoio da família e dos amigos, quanto mais amparado a pessoa estiver, melhor será o processo.
Imagem via: deviantart
►Maria Fernanda Sperancin Palaro
Psicóloga – CRP 06/104875
www.facebook.com/MariaFernandaPsicologa
fernandapalaro@hotmail.com
Cel 19 9190.7919
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