Quem nunca sentiu, diante de uma situação inesperada, um frio no estômago, aperto no peito, coração acelerado, tremores, náusea, tontura ou sensação de falta de ar?
O que será que acontece para nosso corpo desenvolver essas sensações desagradáveis?
Essas reações são um sinal de alerta, que faz com que a pessoa possa se defender e se proteger de ameaças, ou seja, uma reação natural e necessária para a autopreservação. Porém, não é considerado um estado normal, mas sim, uma reação normal, esperada em determinadas situações e caracterizando um estado de ansiedade.
A ansiedade é uma defesa natural do corpo, é uma tentativa do nosso organismo se proteger, desencadeando uma série de reações que o preparam para lutar ou fugir, diante de uma situação que ofereça risco a nossa sobrevivência.
A ansiedade pode ser considerada patológica quando se torna uma emoção desagradável e incômoda, manifestada de maneira exagerada e desproporcional em comparação ao estímulo, causando prejuízos ao indivíduo. A pessoa ansiosa pode vir a sofrer, pois passa a desacreditar em suas capacidades, sente-se inferiorizada, incapaz e impotente. Em qualquer faixa etária observamos uma interferência na qualidade de vida, conforto emocional ou no desempenho diário do indivíduo.
Os transtornos de ansiedade em crianças são comuns e constituem o maior grupo de problemas de saúde mental durante a infância. Podem causar mudanças significativas em suas atividades diárias, criar impacto na trajetória do desenvolvimento e interferir na capacidade de aprendizagem, no desenvolvimento de amizades e nas relações familiares. Muitos transtornos de ansiedade são persistentes e se não forem tratados, intensificam na idade adulta.
As crianças não conseguem reconhecer seus medos como exagerados ou irracionais, por isso é importante os pais estarem atentos aos comportamentos de seus filhos. Preocupação excessiva, dificuldade para dormir a noite ou sonolência durante o dia, inquietação ou fadiga, dificuldade de concentração ou irritabilidade, sinalizam que a criança está passando por algum problema.
Dessa forma, devemos estar atentos à comportamentos como: dificuldade em fazer e ter amigos, não querer frequentar a escola e chorar quando vai, necessitar da presença de um adulto por perto, não dormir sozinho, chorar muito quando os pais vão trabalhar, iniciar e não terminar brincadeiras ou atividades.
A ajuda de um profissional especializado é muito importante, ele irá oferecer apoio e orientação, além de desenvolver novas habilidades de enfrentamento. No processo de terapia serão realizadas sessões com a criança e com os pais, identificando as situações que estão gerando preocupação, experimentando novas maneiras de pensar e agir nas situações que estão causando e podem causar ansiedade.
►Maria Fernanda Sperancin Palaro
Psicóloga – CRP 06/104875
www.facebook.com/MariaFernandaPsicologa
fernandapalaro@hotmail.com
Cel 19 9190.7919
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